Fonte: JusBrasil
Um ortopedista enfrentou um processo judicial após o falecimento de um paciente devido a uma embolia pulmonar, ocorrida após uma cirurgia para correção de fratura de fêmur.
A família do paciente alegou que houve negligência médica, apontando a ausência de profilaxia adequada para trombose venosa profunda (TVP).
Como foi a defesa do médico
Durante o processo, o médico apresentou documentação comprovando que prescreveu anticoagulantes conforme as diretrizes clínicas vigentes.
Além disso, evidenciou que a embolia foi um evento imprevisível e fulminante, não relacionado a falhas na conduta médica.
A decisão do TJSC
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) reconheceu que a morte não decorreu de negligência por parte do ortopedista, absolvendo-o das acusações.
Mesmo absolvido, o profissional que se envolve em um processo como esse pode ter tido custos com defesa com honorários advocatícios que podem chegar a mais de R$40 mil e custos com provas técnicas com periciais que variam entre 10 a 15 salários mínimos divididos entre peritos assistentes e peritos judiciais.
Este caso ressalta a importância de uma documentação médica precisa e do cumprimento rigoroso dos protocolos clínicos. Mesmo assim, profissionais da saúde estão sujeitos a processos judiciais, reforçando a necessidade de uma assessoria jurídica especializada.



